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Mães se veem forçadas a continuar amamentando ou tomar vacina contra covi-d

Neste domingo, 6 de dezembro, a Pfizer, farmacêutica americana responsável pelo desenvolvimento de uma das vacinas mais promissoras contra a Covid-19, enviou aos profissionais de saúde do Reino Unido um documento com informações sobre a futura vacina.

Vacinas para mães que amamentam

Segundo o G1, o documento de dez páginas contém recomendações importantes para o uso do imunizante. O folheto informa que o imunizador não deve ser usado em mulheres grávidas, mulheres que amamentam ou em pacientes com febre aguda. A explicação é que se trata de uma medida de precaução, pois não houve tempo para formular testes precisos em gestantes e lactantes.


Veja as contra-indicações da vacina abaixo:


Se você está grávida, não deve ser vacinada até o final da gravidez;

Se você pode estar grávida, não seja vacinado até ter certeza;

Se você planeja engravidar nos próximos três meses, você deve adiar a vacinação;

Se você tomar as duas doses, deve ser vacinado pelo menos dois meses após a segunda dose;

Se tomar a primeira dose e depois engravidar, deve tomar a segunda dose apenas após o final da gravidez;


Se você está amamentando, não deve ser vacinada, somente após o término da lactação;

Se você tomar a primeira dose durante a amamentação, deve adiar a segunda para depois do final do período de amamentação.

O Reino Unido foi o primeiro país a anunciar a aprovação da vacina Pfzer/BioNtech na última quarta-feira (2). Na ocasião, o governo inglês também informou que planejava iniciar a vacinação na terça-feira, 8 de dezembro, do National Health Service (NHS), do sistema público de saúde britânico. As prioridades serão as pessoas com mais de 80 anos, profissionais de saúde e residentes e funcionários de lares de idosos.


Vacina de duas doses A vacina da Pfizer é administrada em duas injeções, separadas por 21 dias, e a segunda dose é um acelerador. Durante o estudo da vacina, 170 casos confirmados de Covid-19 foram analisados e os testes envolveram pessoas com mais de 65 anos e, nessa faixa etária, a vacina mostrou ser mais de 94% eficaz. Ou seja, se uma vacina é 95% eficaz, significa que a pessoa tem 95% menos chance de contrair a doença se for vacinada do que se não fosse.

Das 170 pessoas testadas, 8 receberam a vacina experimental e 162 receberam um placebo (uma substância inativa). O imunizador, aplicado em duas doses, só é eficaz após 28 dias.


Um ponto negativo da vacina é a necessidade de manter o imunizador a uma temperatura abaixo de 70 ° C para evitar que a substância perca seu efeito. Isso pode se tornar um grande obstáculo em regiões remotas ou muito quentes, como o Brasil.

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