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Mãe faz campanha para pagar tratamento do seu bebê com tumor

Atualizado: 5 de Dez de 2020

Mãe faz campanha para pagar tratamento do seu bebê com tumor maior que a cabeça sua filha

Aylla Vitória Santos da Silva, de apenas 2 meses, precisa tomar uma ampola de 450 reais a cada 15 dias para o tratamento do linfangioma cístico.


A família não tem condições para pagar o tratamento (foto: Reprodução / G1)


A pequena Aylla Vitória Santos da Silva tem apenas 2 meses, mas já é uma guerreira. A bebê tem um tumor na região do pescoço maior do que a própria cabecinha e necessita de um medicamento específico para interromper o desenvolvimento da doença que ameaça a vida da pequena. A mãe da menina, Elaine Ricardo da Silva, de 22 anos, está realizando uma campanha para conseguir arrecadar dinheiro para a compra do medicamento.


Segundo os médicos, a bebê sofre de linfangioma cístico, um tumor raro que pode prejudicar a respiração de Aylla. A menina está internada na UTI do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás e necessita tomar uma ampola de remédio a cada 15 dias. Cada dose custa em média 450 reais.


Já conseguimos duas ampolas e já foram usadas nela e isso só foi possível porque os próprios funcionários do hospital onde ela está internada fizeram uma vaquinha e compraram. Agora, eu estou tentando arrecadar o restante com meus amigos e familiares, mas ainda não é o suficiente”, disse a mãe em entrevista ao G1.


Em uma nota enviada para o portal, o hospital relatou que a menina respira por ventilação mecânica e alimenta-se por sonda nasogástrica, estando sedada e fazendo uso de antibióticos. “Os médicos relatam que infelizmente no caso dela não se pode realizar o procedimento cirúrgico porque o local está muito vascularizado. Então, o melhor tratamento que pode ser feito é a drenagem do líquido que fica no pescoço dela, com o uso dessas ampolas”, explicou Elaine.


A mãe busca ajuda (Foto: Getty Images)


Família precisa de doações para a compra das ampolas


A família já arrecadou o valor necessário para a terapia desta quinta-feira, 19 de novembro. Os pais contam que a renda da casa é de dois salários mínimos e não tem o suficiente para arcar com os custos do tratamento e pagar as contas básicas. Além de Aylla, eles também são pais de um menino de 3 anos.


As ampolas conseguem reverter o tamanho do tumor sem entrar nos tecidos que estão em volta. “Fique sabendo logo dos médicos sobre esse medicamento que não tem aqui no Brasil e se faz necessário ser trazido dos Estados Unidos. Como nossa família não tem condições de comprar e não é autorizado pelo SUS, nos restou procurar ajuda no Ministério Público. Essa semana eu já fui lá levar alguns documentos, e a promotoria disse que está analisando o caso dela como prioridade para poder resolver e direcionar para o melhor caminho”, disse a mãe.

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