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Bebê recém-nascido é jogado em cesto de lixo de hospital

Atualizado: 5 de Dez de 2020


Bebê recém-nascido encontrado em lixo de Hopital

Adolescente deu entrada ao hospital reclamando de dores abdominais.

Saúde boletim de ocorrência e entrar em contato com o conselho tutelar.


Um bebê foi encontrado dentro do cesto da lixeira da Unidade Hospitalar do Juruá, em Cruzeiro do Sul, na noite de sábado (3). Em relação ao ocorrido o responsável da área da saúde Itamar de Sá, uma menina de 17 anos deu entrada ao Hospital acompanhada do pai e se queixando de fortes dores abdominais. A adolescente, conforme o responsável da saúde, jamais teria avisado em qualquer instante que estava grávida.

Durante o consulta, a menina teria requisitado para ir ao banheiro e em seguida os funcionários da higienização acharam o menino adentro do lixo.


A menina informou que estava tendo muitas dores no abdômen e disse que urinava sangue. O plantonista que foi examiná-la, mas ela apresentou relutância. O plantonista então passou um remédio para que passa-se as dores. Ela entrou no banheiro e saiu normalmente, portanto depois, o funcionário da higienização encontrou o bebê no lixeira. Todos achavam que ela já estava morta", Relata Sá.



O médico foi convocado para auxiliar o bebê, que foi apressadamente limpa e reanimada. A adolescente e a bebê foram levados para a Maternidade de Cruzeiro do Sul, aonde permanecem internadas. O bebê veio ao mundo com 7 meses e está internado na UTI neonatal.


"O bebê não corre mais perigo. O estado é bom e otimista. O hospital está registrando o caso na delegacia de polícia no mesmo dia, nesta segunda e outras informações sobre o ocorrido somente com a autoridade policial. igualmente vamos iniciar um contato com o Conselho Tutelar", garante.


O G1 procurou a administração da maternidade, que confirmou que a mãe e o bebê estão internados e passam bem. conforme a gestão da unidade, a adolescente no momento não estava acompanhada e o acontecimento deve ser notificado apenas à polícia.



O representante Luis Tonini relata que uma apuração deve ser feita para apurar o que de fato ocorreu e o que levou a jovem a fazer o ato de transgressão. "Vamos examinar o que realmente aconteceu, para então considerar se a vítima estava ou não passando por depressão pós-parto, o que pode abrandar ou até descaracterizar o acontecimento infracional", explica.


Até o momento, nenhuma testemunha chegou a ser ouvida. Tonini destaca além disso que a averiguação vai partir da situação que gestão da unidade apontar a acontecimento e as testemunhas forem ouvidas.

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