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Absurdo: vídeo mostra médicos batendo em mulheres grávidas durante o parto

Atualizado: 2 de Dez de 2020

Além de agressivo, o registro também comprovou algumas violações na hora da entrega Os vídeos que circularam nas redes sociais causaram sensação.


O registro prova diversas irregularidades no momento do parto (Foto: Reprodução/Facebook)

Mostra um obstetra e ginecologista espancando uma trabalhadora que a acompanhava na Maternidade Balbina Mestrinho Palace, em Manaus, Amazonas. Registros comprovam que, além do comportamento agressivo, o Dr. Armando Andrade Araújo (falecido em 29 de julho de 2020 por insuficiência respiratória, morreu de insuficiência respiratória) espancou a virilha da gestante.


Existem algumas irregularidades durante o parto: Exceto o médico colocando a mão na genitália feminina, a paciente está completamente nua e não há bata específica usada pela maternidade.


Segundo a denúncia, o médico de 70 anos foi preso na “Operação Jaleco” da Polícia Civil em 2015, que colocou profissionais de saúde suspeitos de participar do programa de cirurgia de coleta ilegal na secretaria de saúde pública da rede amazônica.



-Eles cobravam de 1.000 a 2.800 reais para cirurgias em hospitais públicos. Os médicos exigem que as famílias tenham um valor alto na realização de cesarianas, além de abusar sexualmente das pacientes no banheiro.


A Secretaria de Saúde dos Estados Unidos (Susam) informou que só tomou conhecimento do vídeo nas redes sociais na última terça-feira (19). Segundo a maternidade, a família não se reportou ao fiscal na hora do vídeo.


A Susam está repassando à Procuradoria-Geral da República o pedido de evacuação do ginecologista do procurador Armando Andrade Araújo. O profissional é terceirizado e contratado pelo Instituto Estadual de Obstetrícia e Ginecologia do Amazonas.


Esclarecimento


A reportagem contatou o Ministério da Saúde do Conselho Estadual para mais informações. Roseane Mota, consultora de comunicação da agência, enviou um esclarecimento sobre o caso: “O Ministério da Saúde (Susana) informou que a divulgação do vídeo nas redes sociais e meios de comunicação teve início em 2018.


O facto aconteceu na Maternidade Balbina Mestrinho há 9 meses. Hoje soube-se através das redes sociais. No momento da denúncia, não havia registro na enfermaria obstétrica ou na sala da supervisora. Susam tem um comportamento diferente do médico. Por isso, o vice-governador e secretário de Saúde Carlos Almeida vai pedir à direção do Instituto de Obstetrícia e Ginecologia Igoam, que trabalha com profissionais, a saída.


E mais uma vez pediu ao Conselho Regional de Medicina (CRM) para agir. A Secretaria já aguarda um procedimento administrativo para apurar outra denúncia de negligência contra o médico.



Violência obstétrica


No Brasil, dados mostram que 25% das mulheres sofreram alguma forma de violência obstétrica. Sem saber, muitas mães foram vítimas de tais agressões durante ou antes do parto, que podem ser físicas ou verbais. “Em qualquer profissão médica a agressão física e verbal é considerada violência. Este é um fato indiscutível.


O consentimento é essencial. Quando essa relação é uma espécie de confiança, aceitação e compaixão, todas as intervenções necessárias serão Aceite sem desconforto ou disputa, sabendo que todos estão procurando a melhor forma de fazer o parto ”, explica Fabiana Garcia, ginecologista e sócia fundadora. O Espaço MAE é dedicado ao cuidado geral da mulher e da gravidez.


“Por meio de vídeos ridículos como este, vimos a tristeza e o nojo dos médicos que ainda exercem poder sobre os pacientes. O especialista em medicina fetal Paulo Noronha reiterou que esse sistema inoportuno e desrespeitoso não traz esperança aos pacientes. .


A Organização Mundial de Saúde fez uma lista de possíveis violências no parto para que gestantes e cuidadores possam identificar e combater em hospitais e maternidades: abuso físico, abuso sexual, preconceito, discriminação, não cumprimento das normas de atendimento profissional, gestantes e profissionais, e O sistema de saúde está em más condições.

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